Para que me forçar a fazer as coisas com disciplina, se posso deixar fluir?
Como funciono. Para onde vou. De onde vim.
Às vezes é bem confuso estar caminhando a vida. As coisas se misturam — às vezes é bom, às vezes dói.
Queria aprender a gostar da dor.
Ultimamente meu contato com Deus tem me trazido isso: paz em meio ao caos. Sem angústias — ou quase sempre sem.
Não vou escrever só para te dar um post pela metade. Eu quero transbordar, sem obrigação. E Deus me apoia nisso — será?
Construir disciplina ou deixar fluir — nuances do presente.
Me sinto feliz quando transbordo. Mesmo depois de trabalhar me sinto bem. Ando aceitando o meu eu — aquele que geralmente dá o melhor de si.
E se já dou o melhor, não preciso me cobrar tanto.
Às vezes vem o pensamento: deixa fluir, e as coisas vão acontecer. Faz uma coisa, e as coisas vão acontecer. Mas quero deixar fluir sem expectativas — e por enquanto ainda preciso me ater a elas para me manter. Felizmente.
Minha alma suspira por algo. Venho desacelerando para atender isso. Às vezes a pressa consome minha paz, e eu me constrajo com o resultado — mas não me entrego bem quando não me entrego por inteiro.
Queria uma oportunidade. Queria uma — e tenho várias, graças a Deus. Mas algo em mim anseia por mais segurança, por chegar em casa e ter paz. Venho proporcionando isso. Fácil não é — mas como compensa viver a vida.
Qual é minha capacidade? Será que essa oportunidade externa eu não consigo criar para mim mesmo? E se eu fizer aquilo que minha mente demanda — será que existe alguma certeza?
Bem está foi minha reflexão, quero falar para você, Há dias dificeis, mas eles haverão de passar. Pode contar comigo.
Com Prazer, Rafael.
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